sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

MINHAS AVALIAÇÕES DA TRILOGIA PREQUELA DE STAR WARS(1999-2005).

Agora  vou fazer minhas avaliações  da trilogia prequela lançadas entre 1999-2005, ou também denominada de "“Trilogia dos Clones” onde constam dos episódios I,II e III.Para entrar no clima de "O Despertar da Força". Nestas minhas avaliações vou pontuar o detalhe de cada filme e vou encerrar colocando como notas de 1 a 5. Se receber nota 1 é porque é ruim nem merece ser assistido, 2 péssimo, 3 razoável , 4 bom e 5 ótimo, um filmão. Assim como fiz na outra postagem da trilogia clássica de 1977-1983, entrem no link para conferir: http://brenocinefilo.blogspot.com.br/2015/11/minhas-avaliacoes-da-trilogia-original.html.  Então lá vai.

EPISÓDIO I-A AMEAÇA FANTASMA(1999) 





















Lançado 16 anos após a trilogia original ser encerrada com "O Retorno de Jedi"(1983) e 22 anos após o primeiro filme da franquia chegar aos cinemas. George Lucas soube bem como explorar  neste filme  os modernos recursos de CGI, coisa esta que não tinha na década de 1970.  Enquanto que na trilogia clássica, os recursos mesmo estando escassos ainda criou fascinantes obras-primas com os usos de técnicas de stop motion  entre outros fatores para explorar o universo mitológico fantástico da ficção científica fantástica de Star Wars. Apesar de Lucas ser um cineasta com uma cabeça fervilhante de ideias para criar esta mitologia que surgiu acidentalmente já que tipo,inicialmente ele queria fazer uma adaptação de um famoso herói dos quadrinhos pulp  Flash Gordon surgido na década de 1930, e que justamente carregava esta essência de herói intergalático. Mas como não conseguiu comprar os direitos de adaptação de Flash Gordon, e como sempre foi fascinado por ficção científica no espaço decidiu criar pegando como fonte de inspiração na série de romances "Duna" do Frank Herbert, em elementos de faroeste do qual foi inspirado Han Solo e nos filmes de de samurai de Akira Kurosawa que o inspirou a filosofia dos Jedi e no modelo do capacete do Darth Vader que remete muito aos elmos samurais. Foi desta forma que ele originou Star Wars. Bom, mas depois desta rápida introdução, vou então retornar ao foco da minha  análise e avaliação de "A Ameaça Fantasma". Este primeiro filme da trilogia prequela, foi meu primeiro contato com a franquia, lembro que a primeira vez que fui assistir eu era um garoto rechonchudo, tinha apenas 14 anos e conhecia pouca coisa sobre "Star Wars" e fui conferir na época na antiga sala de cinema do Grupo Severiano Ribeiro no Natal Shopping onde se fazia uma fila quilométrica para ir ver o retorno daquele fenômeno. Assistir aquele filme foi a coisa que me fez impactar e esquecer um pouco da fase traumática que eu estava vivendo na escola. Na época eu não tinha muito senso de critico para ver com os olhos de hoje em como o mesmo George Lucas pode escorregar tanto em errar a mão com a sua criação.

Em “A Ameaça Fantasma” somos apresentados ao prelúdio dos acontecimentos mostrados na clássica trilogia onde quem foi jovem entre o final dos anos  1970 e inicio dos anos 1980 e quem era mais jovem nesta época e  acompanhou todos  deve saber bem do que estou falando.  Neste episódio I, ele apresenta o futuro Darth Vader criança com o nome de Anakin Skywalker(Jake Loyd) vivendo como um menino escravo numa região desértica de Tattoine, é lá que ele já mostra suas habilidades com mecânica mostrando ser um talentoso piloto e criando os dois importantes seres robóticos que serão os companheiros de Luke na trilogia clássica como o C3PO e o R2D2. Neste filme eles apresentam como Anakin  então escravizado conseguiu se libertar, através de um acordo do  Mestre Jedi Qui-Go Jinn(Liam Neeson)  acompanhado de  seu jovem aprendiz ou  padawan  como são chamados na mitologia deles  Obi-Wan Kenobi( Ewan McGregor) e o então dono de Anakin dele disputar uma corrida e se caso Anakin vier a ganhar esta corrida o menino seria libertado e ficar com a tutoria dele para virar um Jedi. Neste filme também somos apresentados a uma figura que nunca tinha sido mostrada nos filmes anteriores chamado de Jar-Jar Binks, um atrapalhado gungan habitante das profundezas de Naboo, o planeta que é o local central que sofre a grande ameaça de um Lord Sith, Darth Sidious representante de uma ordem guerreira intergalática oposta ao Jedi. Tentando dar um golpe de estado para Padmé Amidala(Natalie Portman).  Esta primeira parte da nova trilogia de “Star Wars” se encerra com a morte de Qui-Go-Jinn pelas mãos de um malvado guerreiro zabrak Darth Maul, com eles conseguindo a primeira vitória, tendo Obi-Wan Kenobi virando o mestre Jedi de Anakin. Neste filme, como já dito acima, Lucas soube bem como usar  e abusar dos recursos computadorizados mais sofisticados para criar até mesmo seres puramente digitais, ele também manteve a velha tradição de sempre começar com "Há muito, muito tempo numa galáxia distante" e é regido a música instrumental de John Williams com os textos para nos ambientar na trama. No entanto, ele pecou e muito na construção do roteiro abordando um teor pesado das intrigas políticas e esquecendo um pouco do teor de aventura da trilogia clássica, assim como também penou na construção dos cenários muito computadorizados onde podia sentir um clima muito artificial e um tanto cartunesco. Além disso houve alguns personagens muito inúteis  para a trama, como o atrapalhado  gungam Jar Jar Brinks, aparecendo para promover um alivio cômico muito irritante, fora também outros fatores que geraram alguns furos de roteiro que tiraram um pouco da coerência em relação a trilogia clássica. Uns detalhes curiosos sobre o elenco deste filme envolve o fato de Ewan McGregor que fez o Obi-Wan Kenobi mais jovem, como jedi aprendiz é sobrinho do ator Denis Lawson que participou original como o piloto Antiles da Aliança Rebelde. Ele chegou a consultar o  tio quando recebeu o convite para participar deste projeto, mas ele chegou a não aconselhá-lo porque a  atuação dele iria  exigir muito esforço, ainda mais estando   no vazio e interegir com os cenário muito artificiais e só após encerrar sua participação foi que ele o quão saco foi trabalhar neste filme. Assim como o fato de que o Jake Loyd o menino que protagonizou o Anakin Skywalker neste episódio sofreu tanto bullying na escola por causa deste papel que resolveu desisitir da carreira de ator. Assim como Terence Stamp que fez o Chanceler Vallorum, nos bastidores ficou resmungando muito a ponto de usarem alguns artifícios para convence-lo a participar a ponto de sair bastante decepcionado. Dentre outros fatores, o filme conseguiu arrecadar uma bilheteria milionária apesar das criticas especializadas não terem na época gostado do resultado. A minha nota para este filme é 3,5.


  



EPISÓDIO II-O ATAQUE DOS CLONES(2002)





















Já no filme seguinte desta trilogia preludiar com “Episódio II-Ataque dos Clones”, passa-se dez anos após os eventos mostrados no Episodio I, apresentando Anakin Skywalker(Hayden Christensen) agora um homem feito e como aprendiz de Jedi de Obi-Wan Kenobi(Ewan McGregor), ele também apresenta a figura cômica inútil do Jar-Jar Brinks trabalhando como uma espécie de assessor parlamentar imperial da Padmé Amidala(Natalie Portman). Apresenta também a participação mais constante dos robôs R2D2 e C3PO, principalmente depois que Anakin ao retornar para sua terra natal, Tattoine e procurar saber da sua mãe, lá descobre por meio de seu antigo dono que ela foi libertada por um fazendeiro com quem casou e teve um filho com ele. Ao chegar ao local onde sua mãe Shimi foi viver muitos anos depois que ele a tinha visto pela última vez, ele lá conhece o senhor com quem ela casou e seu meio-irmão Owen acompanhado de sua futura esposa Beru, deixando bem entendido que a este casal caberá a função de serem os futuros tutores de Luke Skywalker depois que Anakin entrar para o lado negro da força. E isto é algo que vai ficando muito evidente neste filme, principalmente ao saber por meio do seu padrasto que sua mãe foi capturada pelos Povos da Areia, é que fez várias tentativas inúteis para  resgatá-la, e numa dessas decepara uma de suas pernas. Será a partir dai que ele nutrindo ressentimento acaba tomando umas atitudes contraria ao código dos Jedis ao massacrar todos os Povos da Areia, ele termina se envolvendo amorosamente pela Amidala, com quem faz uma cerimônia secreta só com R2D2 e C3PO como suas testemunhas.   Este filme apresentou a origem da criação dos exércitos dos clones, onde serão mostradas as Guerras Clônicas.  Na cena onde mostra Obi-Wan Kenobi visitando sua base industrial podemos ser apresentados a origem do Boba Fett, o famoso caçador de  recompensas que apareceu a partir de “O Império Contra-Ataca”, neste filme é apresentado como um garoto, um mini clone do Jango Fett na cena em que Obi-Wan os enfrenta no local onde estão sendo o exercito dos clones que seriam de Darth Vader. Jango um também caçador de recompensas para o grande vilão deste filme, o Conde Dooku(Christopher Lee) que se encerra com ele com o famoso Mestre Yoda(Voz de Frank Oz) tentando vencê-lo com um sabre de luz.

Ele apresenta as mesmas falhas do Episódio I em relação a questão da  construção do enredo e o excesso visual  da computação gráfica que deixou o clima das batalhas muito artificiais.  Como se não  bastasse George Lucas errar a mão ao abordar o clima pesado das intrigas políticas intergaláticas e esquecer da aventura, com este ele também penou ao abordar o clima de romance entre o Anakin com a Padmé Amidala que também afetou um pouco na essência da trama. A minha nota para este filme é 3,0.




EPISÓDIO III-A VINGANÇA DOS SITH(2005) 
























Já no último da trilogia preludiar que é o “Episódio III-A Vingança dos Sith”(2005)  apresenta o que aconteceu na vida de Anakin e Amidala três anos após o fim das Guerras Clônicas  apresentadas no episódio II.  Neste mostra Anakin sendo completamente consumido pelo lado  negro da força ao se deixar influenciar pelo Chanceler Palatine/Darth Sidious(Ian McDiamind), também apresenta os jedi dando fim ao Conde Dooku,  com Amidala grávida de gêmeos e podemos observar a evidente ligação com o episódio IV, que deu começo a saga no final dos anos 1970  que é quando aparece a figura peluda gigante do urso em formato humano  do Chewbacca vivendo em seu planeta natal Kashyyyk,  habitando um povoado acompanhado de seus companheiros da espécie Wookiees se aliando ao Mestre Yoda para enfrentar as malvadas tropas de Darth Sidious que tentam invadirem seu planeta. Dos episódios antecedentes deste prelúdio das trilogias clássicas, este foi o que determinou um fim muito melancólico  da Guerras Clonicas e que definiria os rumos do episodio IV, pois mostra Anakin se confrontando com seu velho mestre Obi-Wan que o vai despedaçando com o sabre de luz como já tinha acontecido no episódio II, ele faz uma sacanagem com Amidala a abandonando no trabalho de parto, a maioria dos Jedis são todos destruídos, só restando Obi-Wan e Yoda. O Chewbacca vê todos seus companheiros da raça Wookiees serem massacrados pelas tropas imperiais, só restando a ele e outro companheiro da espécie. Na sua última cena onde é mostrado ele se despedindo do Yoba não fica claro qual será o seu destino antes de conhecer o Han Solo e tornar companheiro dele. Este termina o primeiro ciclo mostrando como ocorre a transformação de Anakin em Darth Vader com a famosa armadura preta feita sob encomenda pelo Darth Sidious, Yoda e Obi-Wan, os remanescentes do Jedis, toma cada um seu rumo depois que Amidala morre no parto ao dar a luz aos gêmeos de Anakin, um menino e uma menina que são respectivamente batizados de Luke e Leia onde ambos decidem em comum os criarem separados, Leia e dada para adoção para  Bail Organa, rei de Alderaan, já Luke é mandado para Tatooine e lá  fica sob a tutela de seus tios Owen e Beru Lars.  Yoda vai viver exilado num lugar pantanoso e Obi-Wan com o nome de Ben Kenobi passa a viver lá em Tatooine acompanhando ainda que distante o crescimento de Luke e o mais engraçado é que a famosa dupla robótica termina a mando do Rei de Alderaan terem suas memórias apagadas. O que posso resumir é simplesmente deste pecar por apresentar as mesmas falhas, ainda que algumas mostradas fossem interessantes, mas não necessárias, como por exemplo, a ideia de apresentar o Chewbacca colaborando nas Guerras Clonicas antes de se juntar a Aliança Rebelde da trilogia clássica, tudo isto para criar um tom de muito didatismo entre outros fatores terminaram sendo os responsáveis por quase  crucificarem a franquia "Star Wars". A minha nota para este filme é 2,5.


Agora só espero quando for lançado "O Despertar da Força", o diretor J.J.Abrams não faça nenhum estrago na franquia como o próprio criado fez.





Consulta em video do Omelete sobre STAR WARS-A AMEAÇA FANTASMA:
https://www.youtube.com/watch?v=BrJKX3P-wa4

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

ANÁLISE DO FILME "VICTOR FRANKENSTEIN"

Na tarde de domingo, 29 de novembro de 2015, foi conferir  uma sessão de cinema na Rede Cinepolis no Natal Shopping. Onde fui assistir  "Victor Frankenstein". Uma nova leitura do clássico monstro de terror criado pela autora Mary Shelley(1797-1851). Eu sinceramente gostei do filme. Mesmo sem esperar nada. Até porque pessoalmente eu nunca fui muito fã dos filmes de Frankenstein. Um bom filme para se assistir com a cabeça aberta. Para apenas se divetir.






















A trama não chega a ser das melhores já produzidas sobre o lendário monstro dos filmes de terror. Mescla muitos elementos de terror com ação,  suspense e umas pitadas cômicas, do qual em alguns momentos fica um tanto sem identidade. Mas pelo menos, a proposta de apresentar um novo filme deste focando não figura do monstro, mas do pai dele, o cientista Victor Frankstein em suas diferentes nuances. Também o apresentando pelo ponto de vista do seu assistente Igor, que é apresentado na abertura do filme como uma criatura aberrante do circo, e prestando atenção no seu potencial científico ao observá-lo salvando uma trapezista Lorelei de quem é bastante apaixonado da queda horrível durante sua apresentação. E isto fica evidente que será por este ponto de vista que o filme abordará saindo muito do óbvio de apresentar ele criando a figura do monstro. Apesar de eu ter gostado muito do filme, fiquei com a sensação de que poderia explorar mais outros aspectos. Apesar dele conter uma certa crise de identidade em alguns pontos, o que termina fazendo ele pecar por pecar, ainda assim ele entra em questões reflexivas e filosóficas muito interessantes   sobre uma pessoa como Victor Frankstein querer se utilizar de sua genialidade científica para  brincar de deus, em utilizar de partes de corpos humanos para criar uma vida  nova, ainda mais numa época como no século 19 em que alguns conceitos inovadores da medicina por exemplo se conflitavam com as teorias conservadoras de grupos religiosos, e isto pelo captei o filme bem reflete esta essência do que ele representa. Tecnicamente eu gostei da estética que o filme apresenta com todo o cenário datado da Inglaterra Vitoriana, combinado a  excelentes tons fotográficos escuros que combinam  com a atmosfera sinistra e bem sombria apresentada no filme. Assim como os diferentes detalhes dos  figurinos e cortes de cabelos representam um pouco da moda britânica desta época, seja das camadas mais humildes como as representadas pelo núcleo circense onde o coadjuvante Igor é a apresentado ou mesmo na cena do glamouroso baile  da elite do qual  Victor representa  e vai acompanhado de Igor e lá se encontra com sua antiga paixão do circo, a Lorelei. 















Como dito, o filme me surpreendeu apesar de não esperar nada dele. Do elenco gostei de James McAvoy como o protagonista do titulo está perfeito, consegue incorporar bem todas as nuances que envolve a essência dele como um cientista obsessivo por sua criação, a ponto de perder completamente a noção da imprudência e dos riscos, ele consegue compor bem o papel, engraçado pensar que McAvoy que é o atual Professor Xavier mais da franquia X-men, onde ironicamente foi em "X-Primeira Classe" que o companheiro dele Magneto faz menção ao monstro numa interessante cena tensa ao ir atrás de uns caras que prestavam ao nazismo e estavam vivendo na Argentina e um deles sobre o que ele é, e ele se refere assim "Digamos que sou o monstro de Frankenstein". Daniel Radiclife como o Igor me surpreendeu neste papel, principalmente na maneira como ele compõe o papel dele antes de virar o ajudante do Dr. Frankenstein.  A meu ver ele se mostrou bem amadurecido profissionalmente como ator quando do que em relação ao longo tempo em que esteve associado  a franquia "Harry Potter". Neste filme ele consegue além de ser um importante assistente  do protagonista, também fazê-lo segurar o filme inteiro nas costas, a ponto de roubar as cenas. A atriz que faz a Lorelei, Jéssica Brown Findlay consegue se sair bem no papel, mesmo que não tivesse muita importância para a trama ao não ser, virar o par romântico do Igor, assim como existe outros personagens que não gravei os nomes, nem conheço bem os atores, mas alguns estão bem no filmes outros razoáveis.  Dentre estes há o Inspetor da Scotland Yard que vive obsessivamente na cola de Victor Frankenstein a ponto de ter umas atitudes imprudentes que o enlouquecem e termina e fica bastante comprometido e ser expulso da agencia. Para finalizar também destaco a curta participação de Charles Dance, que quem acompanha a série de TV "Game of Thrones" como o patriarca do Clã Lannister,  Lorde Twin Lannister, no filme aparece no papel do Senhor Frankenstein, pai do Victor numa cena fazendo uma impressionante cena para tentar acordar o protagonista de sua obsessão. 


































"Victor Frankenstein" é um filme  mediano, bem voltado para um filme de entretenimento blockbuster despretensioso, com uma trama bem rasinha, mais voltada a um típico filme de "Sessão da Tarde" mas que apresenta visualmente uma arte impecável, principalmente na maneira como é apresentado o próprio monstro Frankenstein, onde para quem é fã do monstro clássico e tem a cabeça aberta eu recomendo assistir ao filme. Se não então não vale a pena gastar pelo ingresso. 















segunda-feira, 23 de novembro de 2015

MINHAS AVALIAÇÕES DA TRILOGIA ORIGINAL DE STAR WARS(1977-1983)

Para entrar no clima da estreia do mais novo filme da franquia de "Star Wars" que é "O Despertar da Força". Começo minhas avaliações dividindo em duas postagens. Esta primeira  postagem será dedicada a trilogia original lançada entre 1977-1983 também denominada por  algumas fontes de "Trilogia Rebelde".  Depois vou avaliar a trilogia prequela que surgiu 16 anos após o encerramento da trilogia original. Nestas minhas avaliações vou pontuar o detalhe de cada filme e vou encerrar colocando como notas de 1 a 5. Se receber nota 1 é porque é ruim nem merece ser assistido, 2 péssimo, 3 razoável , 4 bom e 5 ótimo, um filmão.   Então lá vai.




EPISÓDIO IV- UMA NOVA ESPERANÇA(1977)





















Começando minha avaliação com o primeiro filme da franquia lançado no muito, muito distante ano de 1977 que chamava apenas Star Wars, ou "Guerra nas Estrelas", foi rebatizada como "Episodio IV-Uma nova esperança", depois que em 1999, George Lucas resolveu rebootar a franquia denominando de "Episódio I-A Ameaça Fantasma".
"Uma Nova Esperança” foi responsável por iniciar a franquia e que na época foi considerado um grande fenômeno de bilheteria,  este  já estabelece a maneira como eles apresentaram bem os personagens mitológicos que viraram ícones da cultura pop. Foi este que algumas características muito peculiares da franquia, como o fato de a cada abertura começar com uma legenda sempre descrevendo "Há muito, muito tempo, em uma galáxia muito distante", e depois vem acompanhado do texto de abertura explicando a situação ao som dos belos arranjos instrumentais do maestro John Williams.  No episódio IV acontece de mostrar os rumos  já bem estabelecido de cada personagem como foram apresentados vinte anos após os acontecimentos do Episódio III. Ele começa com Anakin já estabelecido como Darth Vader(Com David Prowse como dublê de corpo e com a voz de James Earl Jones)  comandando o Império Galáctico invadindo o Planeta Alderan, onde a Princesa  Leia Organa(Carrie Fisher)  manda antes de ser aprisionada pelo Darth Vader a  R2D2 gravar uma mensagem destinada para Obi-Wan Kenobi(Papel do falecido Alec Guinness representando ele  já bem idoso). E C3PO ao observá-lo acha estranho e começa a jornada deles em busca desse tal último jedi. A cômica dupla robótica chega a Tatooine, onde tem a má sorte de serem capturados por um grupo de Jawas, seres pequenos que pegam  qualquer sucata de droides para revenderem a fazendeiros, e um desses é a casa de Luke SkyWalker(Mark Hamill) agora um rapaz feito vivendo uma vida pacata de fazendeiro junto dos seus tios  Owen e Berus, que de repente tem uma reviravolta surpreendente na sua vida quando aparece estes seres robóticos, principalmente depois que ele faz uma limpeza no R2D2, descobre uma mensagem da Princesa Leia destinada a Obi-Wan Kenobi,  onde Luke diz conhecer um sujeito eremita das montanhas com um nome parecido, é então que tem inicio a primeira jornada de Luke SkyWalker enfrentando o perverso Império Galáctico, neste ínterim acontece dos seus tios serem mortos pelas tropas imperiais, mas para frente o filme vai apresentando a figura do mercenário Han Solo(Harrison Ford)  acompanhado do Chewbacca sem deixar claro de onde ele o conheceu e como ele passou a acompanha-lo na sua famosa nave Millenium Falcon, inclusive nesta primeira aparição do Han Solo é mostrado ele ficando de rabo preso com o desprezível Jabba, The Hutt. Este episódio IV se encerra com Luke e companhia conseguindo libertar Leia das mãos de Darth Vader, Obi-Wan Kenobi tem um trágico destino sendo  morto pelas mãos de seu antigo discípulo que foi para o Lado Negro da Força, mas Luke consegue ouvi-lo por meio de mensagens telepáticas e assim conseguem vencer  a primeira   batalha contra o mal destruindo a Estrela da Morte.  E recebem uma condecoração da Princesa Leia. Um filme com uma trama muito sensacional que representou um marco importante para a história do cinema de ficção científica com elementos mágicos de fantasia.  A minha nota para este filme é 5,0.



EPISÓDIO V-O IMPÉRIO CONTRA-ATACA(1980)























Já no “Episódio V-O Império Contra-Ataca”, que se passa três após os eventos da vitória contra a Estrela da Morte. Somos apresentados a novos personagens acrescentados como Lando Calrissian(Billy Dee Williams), que se apresenta como  um velho amigo do Han Solo, que bem tenta passar a perna nele devido as circunstâncias da pressão do Darth Vader, mas logo depois resolve se aliar a Aliança Rebelde. Também apresenta o Boba Fett, como a figura do caçador de recompensas que trabalha para Darth Vader, o Lord Palpatine como mentor do Darth Vader, e com Luke  passando toda uma jornada para virar um jedi e vai atrás de Yoda para enfrentar Yoda. Este “Episodio V”, o segundo da trilogia clássica teve como um dos  momentos mais marcante, é a impressionante cena onde Luke ao enfrentar Darth Vader tem a triste revelação dita da voz do próprio de que ele era seu pai, a impressionante cena  onde  Leia declara seu amor  para Han Solo  e ele responde “Eu sei”, considerada uma das melhores falas  improvisadas do cinema, e a cena das tropas imperiais posicionadas para a chegada do Vader ao som da Marcha Imperial belamente orquestrada pelo John Williams dão um charme a mais ao filme  que se encerra com um gancho muito importante para ser encerrado no “Episódio VI- O Retorno de Jedi” onde logo após Han Solo ser petrificado e Luke na primeira batalha contra Vader tem o braço decepado, no entanto graças  a ajuda de R2D2 que lhe implanta um braço mecânico e junto com Leia e companhia começam a bolar um plano para salvar Han Solo das mãos do Jabba e arquitetar a grande e decisiva batalha contra o Império de Vader. Este simplesmente conseguiu manter o bom nível primeiro e se superar.Minha nota para este filme é 5,0.






EPISÓDIO VI-O RETORNO DE JEDI(1983)





















 E finalmente com o “Episódio VI-O Retorno de Jei”(1983)  temos então a grande conclusão da saga, onde somos apresentados  para a grande  e decisiva batalha que Luke tem de enfrentar contra Darth Vader, este tem sua redenção ao salvar Luke de ser morto por Palatine, Leia e companhia conseguem salvar Han Solo das mãos do  Jabba  The Hutt, cujo final termina caindo na areia movediça, eles vão contar com novos reforços, novos aliados contra o temido Império Galáctico. Retorno de Jedi encerrou a trilogia clássica também denominada como “Trilogia Rebelde” . É neste filme que também vemos Darth Vader se redimindo, ao salvar Luke das garras de Palpatine.  E tendo sua alma se juntando a Kenobi e Yoda. Um fechamento bem singelo da trilogia. Minha nota para este filme é 4,5.




Bom aqui então eu encerro a primeira parte de avaliações dos primeiros filmes da franquia de Star Star Wars, com os três da trilogia original, também denominada de "Trilogia Rebelde". Na proxima eu estarei postando minhas avaliações das trilogias prequelas que começaram em 1999 e duraram até 2005. Também denominado de "Trilogia dos Clones".